6 de ago. de 2022

Poema de Mary Elizabeth Frye recitado por Jô Soares


 
"Não chore à beira do meu túmulo, eu não estou lá.

Estou no soprar dos ventos, nas tempestades de verão e nos chuviscos suaves da primavera.
Eu sou a pressa inquieta dos ruídos da cidade e o silêncio das madrugadas.
Não chore à beira do meu túmulo, eu não estou lá.
Estou no brilho das estrelas perfurando a noite e no cantar alegre dos pássaros.
Não, não chorem tristes à beira do meu túmulo, eu não estou lá, eu não morri.
Eu sou a vida incessante e livre, que corre nas águas do rio."


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